Nem toda repetição começa na pessoa que a vive. Alguns padrões carregam marcas de pertencimento, exclusões, perdas, culpas e lugares que ficaram desorganizados no sistema familiar.
O olhar sistêmico busca dar lugar ao que foi esquecido, reconhecer forças e devolver cada pessoa ao seu próprio lugar.
Quando o sistema encontra mais ordem, a vida deixa de repetir com tanta força e novos movimentos se tornam possíveis.
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